Urgem tempos que correm, num país um tanto ou quanto esquisito. Portugal assim como hoje, caminha para um país adiado. O povo está farto, os jovens estão exaustos. O futuro passou a ser uma incógnita quando antes era uma relativa certeza. Todos falam daquilo que é preciso mudar e pela primeira vez parece não se saber para onde corre o nosso destino. A única certeza que há é que assim não! Este não é o caminho.
O primeiro recurso natural tem de ser a felicidade. Os números, as opções, as diretrizes, devem ser feitos para ter em conta o bem-estar humano. Desenvolvimento tem de ser sinónimo de qualidade de vida.
Não é este o caminho que tem sido seguido ao longo dos anos. Precisam se formas sustentáveis e reguláveis de vida em comunidade. As pessoas têm de estar sempre primeiro. O bem coletivo tem de ser sempre superior ao individual. Política tem de ser pensar no todo e não nas partes. O combate às...desigualdades sociais é a forma primeira de se criar emprego, de se estabelecer uma acalmia social e de cimentar e aumentar a solidariedade e a cooperação.
Urgem novos mecanismos de fiscalização das contas públicas, urge uma cidadania muito mais ativa e muito mais responsabilizante e responsabilizadora.
Um forte abraço de esperança para todos
João Castro
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